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ENCONTROS DO NESME
Nesses Encontros, discutimos um texto de maneira informal, em que se procura compreender os conceitos a partir da experiência de vida e profissional dos participantes.
O texto é previamente distribuído. Os interessados se comunicam com a secretaria do NESME para confirmar presença.
Se você tiver interesse em obter os textos cadastre-se através do nosso email nesme@nesme.com.br
ou telefone a partir das 14hs (11) 3826-3717.
A participação é gratuita.
Os encontros acontecem geralmente no primeiro sábado do mês, o horário da discussão é das 8;30hs às 10;00hs. Entre 8;15hs e 8;30hs estamos reunidos para um cafezinho.
Próximos Encontros:
09.02
01.03
05.04
10.05
07.06
05.07
02.08
06.09
04.10
01.11
06.12
Alguns textos discutidos:
Violências institucionais cotidianas, Ismênia Camargo. (*)
Este artigo analisa a possibilidade do trabalhador da Saúde ser agente e vítima de violência quando não inclui o contexto social em suas reflexões a respeito de sua prática clínica cotidiana. Agente, em relação a seus pacientes e vítima, como trabalhador institucional.
O interesse da psicanálise para considerar a realidade psíquica da instituição, René Kaës.(*)
A exigência metodológica da psicanálise pode ser formulada desta maneira; construir um dispositivo capaz de manifestar os efeitos do inconsciente e seus efeitos de subjetividade, de modo que, por onde estavam as formações inconsciente, o eu possa acontecer e se pensar como sujeito. É possível construir um dispositivo em que o nós seria o sujeito?
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Vínculos brasileiros, Marina Durand.
Chegamos a um ponto difícil, talvez, o mais espinhoso dessa análise, pois não posso deixar de propor a hipótese que na formação da subjetividade brasileira o ideal que temos formulado tem a forma do “outro-agressor”, sentido como superior, seja ele o branco para o mestiço, o estrangeiro para o colono, o doutor para o analfabeto ou o proprietário-senhor para o pobre-dependente. A conseqüência é que o conteúdo do ideal é negativo, já que ele tem na forma da sua composição o caráter (e os interesses) do agressor.
GRUPOS – A PERSPECTIVA PSICANALITICA, Lazslo Ávila.
Este trabalho consiste em uma série de passos, com o suporte em autores da Psicanálise e da Grupo-análise (principalmente W.R. Bion e R. Kaës), para construirmos um modelo conceitual que nos permita descrever os grupos como objeto próprio de investigação, diferente e ao mesmo tempo atravessado pelas representações do Indivíduo. Colocado em uma fórmula, diríamos: - o grupo não é a soma de indivíduos: o individuo é que é, em si mesmo, um Grupo, ou a expressão de grupos. É o grupo que é o verdadeiro sujeito da realidade humana. O individuo é apenas uma criação sua.
TRAUMATISMO SOCIAL: MEMORIA SOCIAL Y SENTIMIENTO DE PERTENENCIA
Memoria social – memoria singular, Janine Puget.
La inscripción en la mente y en los vínculos de los traumatismos sociales representa un desafío teórico para el psicoanálisis. Enfrentar este desafío puede llevar a descubrir un nuevo saber y así poder responder más adecuadamente a los problemas planteados por la clínica actual; tal vez también sea nuestra manera de participar desde el psicoanálisis a la transformación de un malestar social a fin que la historia no se repita.
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